Rumo Certo transforma abordagem em oportunidades para pessoas em situação de rua

Em sete meses, programa da Prefeitura realizou 1.432 abordagens e encaminhou 66 pessoas ao mercado de trabalho

O Programa Rumo Certo, da Prefeitura de Passo Fundo, completa 210 dias de atuação com resultados que mostram o avanço da rede municipal de atendimento às pessoas em situação de rua. Coordenado pela Secretaria de Cidadania e Assistência Social (Semcas), o programa conta com o apoio das secretarias de Saúde, Segurança e Transportes e Serviços Gerais, integrando diferentes áreas do Município para ampliar o acolhimento, o atendimento e as possibilidades de reinserção social.

Desde o início das ações, em fevereiro, foram realizadas 1.432 abordagens sociais, com encaminhamentos definidos a partir da realidade e das necessidades de cada pessoa. A proposta é que a abordagem nas ruas seja o início de um processo que pode envolver acolhimento, atendimento de saúde, tratamento, reconstrução de vínculos familiares, retorno à cidade de origem e acesso a oportunidades de trabalho.

Entre os resultados dos primeiros 210 dias, 191 pessoas receberam passagens para retornar às suas cidades de origem, possibilitando a reaproximação com familiares e redes de apoio. Outras 125 foram encaminhadas para internações hospitalares ou em comunidades terapêuticas, conforme as necessidades identificadas pelas equipes.

A retomada da autonomia também passa pelo acesso ao trabalho. Nesse período, 66 pessoas foram encaminhadas ao mercado de trabalho, fortalecendo uma das estratégias do programa para que os atendidos possam reconstruir suas trajetórias e recuperar a independência financeira.

“O Rumo Certo foi pensado para oferecer caminhos reais de transformação. Cada abordagem é uma oportunidade de escutar, entender a realidade daquela pessoa e apresentar possibilidades. Nem todos os casos têm a mesma solução, por isso trabalhamos com diferentes alternativas, desde o acolhimento e o tratamento até o retorno para a cidade de origem e a inserção no mercado de trabalho”, destaca a secretária de Cidadania e Assistência Social, Elenir Chapuis.

Acolhimento e atendimento
A estrutura de atendimento também apresenta números expressivos. O Centro POP registrou 3.665 atendimentos no período, oferecendo escuta, orientação, encaminhamentos e acesso a serviços para a população em situação de rua.

Na Casa de Passagem, foram contabilizados 5.835 pernoites e 24.862 refeições. O espaço oferece acolhimento provisório, alimentação, higiene e segurança, funcionando como uma das portas de entrada para a rede de proteção social.

Para Elenir, a estrutura é fundamental para que o trabalho iniciado nas ruas tenha continuidade. “A abordagem é o primeiro contato, mas o trabalho não termina ali. É preciso ter uma rede preparada para receber essa pessoa, oferecer o atendimento necessário e acompanhar cada etapa. O Centro POP, a Casa de Passagem, os serviços de saúde e as oportunidades de trabalho fazem parte desse processo”, explica.

A atuação integrada envolve ainda os serviços de saúde, incluindo a rede de saúde mental, além da participação das áreas de segurança e serviços gerais. A proposta é unir cuidado social, atendimento de saúde e organização dos fluxos para que cada pessoa possa receber o encaminhamento adequado. “A gente sabe que a situação de rua é uma realidade complexa e que não existe uma única resposta. Por isso, o nosso trabalho é construir possibilidades e respeitar o tempo de cada pessoa. Os números mostram o que está sendo feito, mas, por trás de cada encaminhamento, existe uma história e uma oportunidade de recomeço”, afirma Elenir.

Com 210 dias de atuação, o Rumo Certo realiza uma estratégia baseada em abordagem, acolhimento, acompanhamento e construção de oportunidades, buscando ampliar as possibilidades de saída qualificada da situação de rua e fortalecer a autonomia das pessoas atendidas.

Família Acolhedora: Prefeitura busca ampliar participação de novas famílias

Reunião com Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública tratou do fortalecimento do serviço no município

A Prefeitura de Passo Fundo reuniu, nesta terça-feira (1º), representantes do sistema de Justiça e da rede de proteção para discutir estratégias de fortalecimento do Serviço de Família Acolhedora no município. O encontro aconteceu no Gabinete do Prefeito e contou com a participação do prefeito Pedro Almeida, da secretária de Cidadania e Assistência Social, Elenir Chapuis, da juíza da Infância e Juventude, Lisiane Sasso, do promotor da Infância e Juventude, João Paulo Bitencourt Cardozo, e da defensora pública Anelise Sturm. Uma família que participa do serviço também acompanhou a reunião.

A iniciativa busca ampliar e qualificar o serviço, que oferece acolhimento temporário a crianças e adolescentes que precisam ser afastados de suas famílias de origem por determinação judicial. Diferentemente do acolhimento institucional, a modalidade permite que a criança ou adolescente permaneça em um ambiente familiar, com atenção individualizada, convivência comunitária e acompanhamento técnico, enquanto são trabalhadas as possibilidades de retorno à família de origem ou encaminhamento para uma família substituta. “O Serviço de Família Acolhedora representa uma política de proteção que coloca a criança e o adolescente no centro das decisões. Quando conseguimos oferecer um ambiente familiar seguro, com afeto e acompanhamento, estamos criando melhores condições para que esse período de afastamento seja vivido de forma mais humanizada”, destacou o prefeito Pedro Almeida.

Em Passo Fundo, o serviço começou a ser implantado em 2013, a partir de um diagnóstico que apontava a existência de quatro casas de acolhimento institucional e 101 crianças e adolescentes acolhidos. A implantação da Família Acolhedora integrou um processo de reordenamento da rede de proteção, com a perspectiva de reduzir a institucionalização e ampliar as possibilidades de cuidado individualizado.

Ao longo dos anos, o município adotou novas estratégias para qualificar a rede, incluindo a formalização do Termo de Integração Operacional, a implantação dos Planos de Atendimento Familiar, capacitações conjuntas com órgãos do sistema de Justiça e o fortalecimento do acompanhamento realizado pelo CREAS. O processo também contribuiu para a redução de estruturas de acolhimento institucional no município.

Em 2023, o Município ampliou o recurso destinado às famílias acolhedoras, passando a garantir um salário mínimo e meio por criança acolhida ao mês e dois salários mínimos nos casos de crianças com deficiência. O serviço é remunerado pelo Município, que oferece o subsídio às famílias habilitadas como forma de garantir condições para o acolhimento e o cuidado durante o período em que a criança ou adolescente permanece sob sua responsabilidade.

Atualmente, o histórico apresentado pela Secretaria de Cidadania e Assistência Social registra 51 crianças e adolescentes que já foram acolhidos por famílias acolhedoras e 36 famílias cadastradas e capacitadas. Hoje, há seis famílias acolhedoras, duas acolhendo cada uma, uma criança. Para a secretária Elenir Chapuis, ampliar o serviço depende também da mobilização da comunidade para que novas famílias conheçam a proposta e possam participar do processo de habilitação. “Precisamos ampliar o conhecimento da população sobre o que significa ser uma família acolhedora e mostrar que esse gesto pode transformar a trajetória de uma criança ou adolescente. É um trabalho que exige responsabilidade, preparação e acompanhamento, mas que oferece uma experiência de cuidado fundamental durante um momento de vulnerabilidade”, afirmou.

A importância do vínculo afetivo proporcionado pelo acolhimento familiar também foi destacada pela juíza da Infância e Juventude, Lisiane Sasso. Segundo ela, a convivência em um ambiente familiar e a construção de vínculos são elementos fundamentais para o desenvolvimento da criança. “O apego é essencial para o desenvolvimento. Quando pensamos em uma criança que precisa passar por uma separação, ter uma referência, ter alguém que ofereça cuidado, conforto e segurança faz toda a diferença. O vínculo é tão importante para o desenvolvimento quanto outros elementos básicos da vida da criança”, afirmou a magistrada.

A experiência de quem já participa do serviço ajuda a dimensionar esse impacto. Isabel Machado está no quarto acolhimento e conta que decidiu se tornar uma família acolhedora por ter um forte vínculo com crianças. Ela havia se inscrito pela primeira vez em 2010, mas precisou interromper o processo por questões pessoais. Há cerca de dois anos, voltou a se inscrever e passou a integrar novamente o serviço. “Está sendo uma experiência ótima, muito boa. Eu tenho um amor pelas crianças”, conta Isabel. Em seus acolhimentos anteriores, recebeu crianças por períodos que variaram de dez dias a quase dois meses. Atualmente, acolhe uma criança que completa cinco meses sob seus cuidados. “Eu me sinto muito bem. Muito bem. É uma alegria imensa, não tem como descrever, mas é uma alegria”, relata.

Entre os desafios identificados para os próximos anos estão o relançamento de campanhas institucionais para a busca contínua por novas famílias, a qualificação do fluxo de habilitação e o avanço na profissionalização das famílias habilitadas.

Como ser uma família acolhedora
Famílias interessadas em conhecer e participar do Serviço de Família Acolhedora podem fazer uma pré-inscrição pelo link https://encurtador.com.br/JAtB. Após o preenchimento do formulário, a equipe responsável pelo serviço entra em contato para orientar sobre as próximas etapas, os critérios e o processo de habilitação.

Ser uma família acolhedora não significa adotar. A família recebe temporariamente uma criança ou adolescente, oferecendo cuidado, proteção, afeto e convivência familiar durante o período em que a medida de acolhimento for necessária. Todo o processo é acompanhado pela equipe técnica do serviço.

O acolhimento familiar possibilita que crianças e adolescentes permaneçam em comunidade, em um ambiente de afeto e proteção, enquanto são trabalhadas as condições para o retorno à família de origem ou o encaminhamento para uma família substituta.

Tarde de Brincadeiras em Família reúne crianças e familiares no CRAS 04

Ação do Programa Criança Feliz, PIM e PAIF teve atividades lúdicas para crianças de 0 a 6 anos e seus familiares

A Prefeitura de Passo Fundo, por meio da Secretaria de Cidadania e Assistência Social, promoveu, na tarde desta sexta-feira (21), a Tarde de Brincadeiras em Família, no CRAS 04. A atividade foi realizada pelo Programa Criança Feliz, em articulação com o Programa Primeira Infância Melhor (PIM) e o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), e reuniu crianças de 0 a 6 anos e seus familiares em uma programação voltada à convivência, à interação e ao fortalecimento dos vínculos familiares.

Com o tema “Brincar é um direito, brincar em família é um presente”, a ação teve como objetivo sensibilizar as famílias sobre a importância do brincar para o desenvolvimento infantil e mostrar que momentos de diversão e aprendizagem podem ser proporcionados com atividades simples, acessíveis e que valorizem, principalmente, a presença e a participação dos adultos.

A secretária de Cidadania e Assistência Social, Elenir Chapuis, destacou a importância de promover espaços que aproximem as famílias e incentivem a participação dos adultos na rotina das crianças. “Brincar é uma forma de cuidado, de aprendizagem e de fortalecimento dos vínculos. Quando pais, responsáveis e crianças compartilham esses momentos, estamos contribuindo para o desenvolvimento infantil e também para relações familiares mais próximas. Essa atividade mostrou que não são necessários brinquedos sofisticados ou grandes recursos, mas tempo, atenção, criatividade e, principalmente, a presença da família”, afirmou.

A programação começou com o acolhimento das famílias e uma conversa sobre o direito ao brincar. Na sequência, os participantes participaram de uma roda de músicas e brincadeiras coletivas, que proporcionou um primeiro momento de integração entre crianças, familiares e profissionais.

Depois, as famílias participaram de um circuito de brincadeiras organizado de acordo com as diferentes faixas etárias. Para os bebês e crianças pequenas, foram propostas atividades de exploração dos sentidos, com diferentes texturas, formas, sons e movimentos. As crianças de 2 a 3 anos participaram de um circuito de movimento, com desafios de coordenação motora e equilíbrio.

Já as crianças de 3 a 4 anos tiveram atividades voltadas ao faz de conta e à imaginação, com casinha de papelão, bonecas, fantoches e contação de histórias. Para a faixa dos 4 aos 5 anos, foram desenvolvidas atividades de pintura, desenho, boliche, arremesso e quebra-cabeças. As crianças de 5 a 6 anos participaram de desafios que estimularam equilíbrio, atenção, concentração, coordenação e resolução de problemas.
A atividade também contou com uma oficina de musicalização conduzida pelo educador social Henrique, ampliando as possibilidades de interação entre as crianças e seus familiares.

Além das brincadeiras, o espaço recebeu mensagens educativas sobre a importância da convivência familiar, como “Quando a família brinca, o vínculo cresce”, “Brincar junto é construir memórias” e “Menos telas, mais encontros”. As famílias também tiveram um espaço para registros fotográficos, reforçando a valorização dos momentos compartilhados.
De acordo com a Secretaria de Cidadania e Assistência Social, a ação também contribuiu para aproximar as famílias dos serviços oferecidos pelo CRAS e fortalecer a integração entre as equipes do Programa Criança Feliz, PIM e PAIF.

A iniciativa reforçou a importância do brincar como ferramenta de desenvolvimento integral da criança, estimulando habilidades motoras, cognitivas, sociais, emocionais e de comunicação. Ao mesmo tempo, proporcionou um momento de convivência e lazer para as famílias atendidas pelo CRAS 04. “Foi uma tarde pensada para as crianças, mas também para as famílias. Queremos que esses momentos continuem acontecendo dentro de casa, no dia a dia, porque cada brincadeira compartilhada, cada conversa e cada momento de atenção ajudam a construir vínculos e deixam memórias importantes na infância”, acrescentou Elenir.

Programa Rumo Certo reúne pessoas que reconstruíram suas histórias por meio do trabalho e tratamento

Encontro integra a programação do aniversário de 169 anos do município e destaca resultados da rede de atendimento à população em situação de rua

Como parte da programação dos 169 anos de Passo Fundo, a Prefeitura promoveu um encontro com pessoas que superaram a situação de rua e hoje reconstruíram suas trajetórias por meio do tratamento, do acolhimento e da inserção no mercado de trabalho. O momento simbolizou os resultados do Programa Rumo Certo, iniciativa criada em fevereiro deste ano para fortalecer e integrar as políticas públicas voltadas ao atendimento da população em situação de rua, oferecendo acompanhamento e oportunidades para a retomada da autonomia.

O programa reúne o trabalho articulado das equipes da Secretaria de Cidadania e Assistência Social (SEMCAS), da saúde, segurança, serviços gerais e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), da Brigada Militar e de diversos serviços da rede municipal. A atuação começa com as abordagens sociais realizadas diariamente nas ruas da cidade, identificando as necessidades de cada pessoa e construindo um plano individual de atendimento, que contempla acolhimento, acesso aos serviços públicos, fortalecimento dos vínculos familiares, tratamento quando necessário e encaminhamento para oportunidades de qualificação e trabalho.

O prefeito Pedro Almeida ressaltou que o programa demonstra que enfrentar a situação de rua exige políticas públicas permanentes e integradas. "O Rumo Certo mostra que é possível transformar realidades quando o poder público trabalha de forma integrada e coloca as pessoas no centro das ações. Cada cidadão que retorna ao mercado de trabalho representa uma vida reconstruída e reforça que nosso papel é criar oportunidades para que todos possam recomeçar com dignidade. Esse é um investimento social que produz resultados para toda a cidade", pondera o prefeito.

Além das abordagens sociais, a rede de atendimento conta com a Casa de Passagem, que oferece pernoite, alimentação e um ambiente seguro, e com o Centro POP, responsável por atendimentos especializados, alimentação, higiene, encaminhamento para emissão de documentos e acesso a diversos serviços. Quando há necessidade de tratamento para dependência de álcool e outras drogas, a Prefeitura também viabiliza internações hospitalares e em comunidades terapêuticas, com processos agilizados por meio de convênios, permitindo que o tratamento seja iniciado assim que a pessoa manifesta o desejo de mudar sua realidade.

A secretária de Cidadania e Assistência Social, Elenir Chapuis, destacou que a superação da situação de rua exige um trabalho contínuo, humanizado e integrado. "Tirar uma pessoa da situação de rua não acontece de um dia para o outro. É um trabalho complexo, que exige acolhimento, construção de vínculos, acompanhamento e uma rede preparada para oferecer novas oportunidades. Cada pessoa tem sua história, suas dificuldades e seu tempo. Nosso compromisso é oferecer condições para que ela possa reconstruir sua vida com dignidade, fortalecendo os vínculos familiares, promovendo o acesso aos serviços públicos e criando oportunidades de qualificação e trabalho", aponta Elenir.

A reconstrução da autonomia também passa pelo acesso ao trabalho. Após o acolhimento e, quando necessário, o tratamento, os usuários podem ser encaminhados ao programa Apoiar e Comprometer, que oferece oportunidades de trabalho, geração de renda e incentivo à qualificação profissional. O mercado de trabalho tem sido uma das principais ferramentas para consolidar esse processo de reconstrução de vidas. Além das oportunidades em Passo Fundo, pessoas atendidas pelo programa também foram encaminhadas para vagas em municípios como Sananduva, Vacaria e outras cidades da região.

Os resultados do Programa Rumo Certo também podem ser percebidos nas histórias de quem aceitou o acolhimento e decidiu recomeçar. Durante o encontro, participantes compartilharam suas experiências e destacaram a importância da rede de atendimento na reconstrução de suas vidas.

Atendido pelo programa, Julio César contou que o acolhimento foi o primeiro passo para mudar sua trajetória. "Graças ao programa, fui retirado da rua e tive a oportunidade de me internar. Estou há quase seis meses na Casa Vita, onde pretendo permanecer até concluir o tratamento e ser encaminhado para o trabalho. A gente tem que querer se tratar, buscar ajuda quando não consegue sozinho. É preciso ter força de vontade."

Já Pedro Natal relembrou o período em que viveu nas ruas e destacou o apoio recebido pela equipe da rede de atendimento. "Eu estava morando na rua, passando necessidade e pedindo ajuda. Fui acolhido pela Casa de Passagem e fiquei lá durante quatro meses. Tive alimentação, banho, acolhimento e fui muito bem tratado. Também me ajudaram a fazer minha documentação e comecei a ter uma vida nova. Só tenho a agradecer a todos que me acolheram."

Entre janeiro e julho deste ano, o Programa Rumo Certo realizou 1.310 abordagens sociais, viabilizou 115 internações, contabilizou 3.280 atendimentos no Centro POP, quase 5 mil pernoites na Casa de Passagem e promoveu 62 encaminhamentos para o mercado de trabalho. Cada um desses números representa uma oportunidade de recomeço construída por meio de uma atuação integrada entre assistência social, saúde e demais parceiros da rede.

O programa também conta com um sistema digital de informação e monitoramento desenvolvido pela Secretaria de Inovação em parceria com a SEMCAS. A plataforma centraliza todas as informações das abordagens de forma totalmente online, permitindo que as equipes registrem os atendimentos em tempo real, acompanhem a evolução de cada caso e identifiquem, por meio de um mapa interativo, as regiões com maior demanda. A ferramenta ainda disponibiliza painéis com indicadores atualizados e cadastro individualizado dos usuários, qualificando o planejamento e a continuidade dos atendimentos.

O encontro integrou a programação comemorativa dos 169 anos de Passo Fundo e celebrou histórias de superação, evidenciando o compromisso do município com políticas públicas que unem acolhimento, tratamento, assistência social, qualificação profissional e geração de oportunidades para transformar vidas.

Prefeitura leva orientação e cuidado às famílias com crianças na primeira infância

Visitas domiciliares acompanham gestantes e crianças de até 6 anos, fortalecendo o desenvolvimento infantil e os vínculos familiares

A Prefeitura de Passo Fundo, por meio da Secretaria de Cidadania e Assistência Social (Semcas), está fortalecendo o atendimento às famílias com gestantes e crianças na primeira infância por meio das visitas domiciliares realizadas pelas equipes do Programa Criança Feliz e do Programa Primeira Infância Melhor (PIM). O trabalho, desenvolvido pelas visitadoras do CRAS 4, promove o desenvolvimento infantil, fortalece os vínculos familiares e aproxima as famílias da rede de proteção social.

Durante as visitas, são realizadas atividades lúdicas, brincadeiras e estímulos voltados ao desenvolvimento das crianças, além de orientações aos cuidadores sobre temas como saúde, alimentação, cuidados na primeira infância, convivência familiar e proteção. Todo o acompanhamento é realizado de forma individualizada, respeitando a realidade e as necessidades de cada família.

Atualmente, oito visitadores acompanham 77 gestantes e crianças de até seis anos de idade, com uma visita semanal para cada família atendida. O serviço é destinado às famílias beneficiárias do Bolsa Família ou do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e complementa o trabalho desenvolvido pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), ofertado pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS).

A secretária de Cidadania e Assistência Social, Elenir Chapuis, destaca que o acompanhamento vai além das orientações e representa um cuidado contínuo com o desenvolvimento das crianças e o fortalecimento das famílias. "Os primeiros anos de vida são decisivos para o desenvolvimento das crianças. Quando a equipe entra na casa das famílias, leva orientação, acolhimento e também fortalece a confiança dos pais e responsáveis no cuidado com seus filhos. É um trabalho que faz a diferença no presente e contribui para um futuro com mais oportunidades para essas crianças", declara.

A Secretaria também está promovendo um processo de reordenamento do serviço para implantar o Serviço de Proteção Social Básica no Domicílio para Gestantes e Crianças de até 6 anos em todos os CRAS do município. A iniciativa permitirá ampliar o número de famílias atendidas e fortalecer as ações voltadas à primeira infância em diferentes regiões da cidade.

Segundo Elenir, a ampliação representa mais um avanço na política de assistência social do município. "Estamos estruturando esse serviço para que ele chegue a todos os CRAS, garantindo que mais famílias tenham acesso a esse acompanhamento tão importante. Nosso compromisso é fortalecer os vínculos familiares, prevenir situações de vulnerabilidade e assegurar que nossas crianças tenham um desenvolvimento saudável desde os primeiros anos de vida", frisa.

Com a expansão do atendimento, a Prefeitura investe na primeira infância, reconhecendo que o cuidado com gestantes, bebês e crianças pequenas é fundamental para o desenvolvimento social e para a construção de uma comunidade mais acolhedora e protegida.

Programa da Prefeitura fortalece qualificação e amplia oportunidades para famílias em vulnerabilidade

Participantes do PAC receberam orientações práticas, reconhecimento pelos avanços nos estudos e incentivo para a inserção no mercado formal de trabalho

A Prefeitura de Passo Fundo, por meio da Secretaria de Cidadania e Assistência Social (Semcas), realizou nesta terça-feira (30) um encontro com cerca de 230 participantes do Programa Apoiar e Comprometer (PAC). A atividade teve como foco a qualificação dos beneficiários, com orientações sobre educação financeira, direitos sociais e informações relacionadas aos benefícios oferecidos pelo programa.

O PAC é uma iniciativa de inclusão socioprodutiva voltada a pessoas em situação de vulnerabilidade social, que apresentam, entre outros desafios, defasagem escolar e dificuldades de inserção no mercado de trabalho. Além do acompanhamento social, os participantes desenvolvem atividades produtivas e recebem um auxílio financeiro mensal, como forma de incentivo à geração de renda e à construção de autonomia.

Durante o encontro, também foram entregues reconhecimentos aos participantes que vêm investindo na própria qualificação, especialmente àqueles que retornaram aos estudos e estão se preparando para ingressar no mercado formal de trabalho.

A secretária de Cidadania e Assistência Social, Elenir Chapuis, destacou que os encontros fortalecem o vínculo com os participantes e contribuem para ampliar as oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional. "Mais do que um momento de orientação, esses encontros representam uma oportunidade de fortalecer cada participante em sua caminhada rumo à autonomia. O Programa Apoiar e Comprometer prepara as pessoas para o mercado de trabalho, incentiva a continuidade dos estudos e oferece informações importantes para que elas conheçam seus direitos e façam escolhas que contribuam para melhorar sua qualidade de vida", afirmou.

Além da capacitação em educação financeira e das orientações sobre direitos sociais, os participantes receberam informações objetivas sobre o acesso aos benefícios vinculados ao programa. A secretária também apresentou orientações sobre a futura transição da modalidade de concessão do benefício da sacola, conforme a legislação recentemente aprovada.

Os encontros gerais do Programa Apoiar e Comprometer são realizados duas vezes ao ano, enquanto reuniões em grupos menores ocorrem a cada dois meses, permitindo o acompanhamento contínuo dos participantes e o desenvolvimento de ações voltadas à inclusão social e à preparação para o mercado de trabalho.

Prefeitura promove encontro com comunidades imigrantes para fortalecer acesso a direitos e serviços

Programação alusiva ao Dia do Imigrante reuniu representantes de diferentes nacionalidades e órgãos públicos para ampliar o diálogo, a orientação e a integração social

A Prefeitura de Passo Fundo promoveu nesta quinta-feira (25), no Teatro Múcio de Castro, uma programação especial alusiva ao Dia do Imigrante, celebrado nacionalmente em 25 de junho. O encontro reuniu representantes de mais de dez comunidades estrangeiras residentes no município e na região, além de órgãos públicos e instituições parceiras, com o objetivo de fortalecer o acesso à informação, aos serviços públicos e às oportunidades de integração social.

Participaram da atividade representantes de nacionalidades como Senegal, Haiti, Guiné-Bissau, Venezuela, Gâmbia, Palestina, Cuba, Gana, Sudão, Bangladesh e República Dominicana, entre outras. A programação contou ainda com a presença de representantes da Polícia Federal, Receita Federal, Ministério Público, Organização Internacional para as Migrações (OIM), Balcão do Migrante e secretarias municipais.

Durante a reunião, foram abordados temas relacionados à documentação, regularização migratória, acesso às políticas públicas, empregabilidade, qualificação profissional, saúde, educação, moradia e combate ao preconceito. O encontro também serviu para aproximar os imigrantes dos serviços já disponíveis no município, facilitando encaminhamentos e esclarecimentos sobre seus direitos.

A secretária de Cidadania e Assistência Social, Elenir Chapuis, destacou que a iniciativa busca fortalecer o acolhimento e a inclusão das comunidades migrantes que escolheram Passo Fundo para viver e trabalhar. “Nosso objetivo é criar espaços de escuta e diálogo, aproximando os imigrantes dos serviços públicos e garantindo que tenham acesso às informações necessárias para exercer seus direitos. Essas pessoas contribuem diariamente para o desenvolvimento econômico, social e cultural de Passo Fundo, e merecem ser acolhidas com respeito, dignidade e oportunidades”, afirmou.

A ação também reforçou a importância da valorização da diversidade cultural presente no município. Atualmente, muitos imigrantes atuam em diferentes setores da economia local, contribuindo para a geração de renda, o fortalecimento do mercado de trabalho e o desenvolvimento da cidade.

Além de orientar sobre questões documentais e institucionais, o encontro buscou identificar demandas das comunidades estrangeiras e fortalecer a rede de atendimento, promovendo um serviço cada vez mais humanizado e adequado às necessidades da população migrante.

A programação integra as ações desenvolvidas pela Prefeitura para promover a inclusão social, o respeito às diferenças e a construção de uma cidade mais acolhedora para todos.

Programa Aprendiz Cidadão promove formação e prepara adolescentes para o mercado de trabalho

Iniciativa da Prefeitura de Passo Fundo atende jovens em situação de vulnerabilidade social, unindo qualificação, estágio educativo e acompanhamento socioassistencial

A Prefeitura de Passo Fundo, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (Semcas), realizou nesta terça-feira (16) mais uma atividade de formação com adolescentes participantes do Programa Aprendiz Cidadão. A ação ocorreu em parceria com a Escola das Profissões e reuniu jovens inseridos no programa para um momento de aprendizado e preparação para o mercado formal de trabalho.

O Programa Aprendiz Cidadão atende adolescentes entre 14 e 18 anos incompletos que estejam matriculados na escola e vivam em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa tem como princípio o trabalho educativo, priorizando o desenvolvimento pessoal e profissional dos participantes, sem perder de vista a continuidade da formação escolar.

A secretária municipal de Cidadania e Assistência Social, Elenir Chapuis, destaca que o programa representa uma importante ferramenta de inclusão social e desenvolvimento para os jovens atendidos. “Hoje atendemos 70 adolescentes que encontram no Programa Aprendiz Cidadão uma oportunidade de formação, desenvolvimento e construção de novos projetos de vida. Mais do que uma experiência prática, o programa oferece acompanhamento, qualificação e perspectivas para que esses jovens possam ingressar no mercado de trabalho de forma mais preparados e seguros”, afirma.

Atualmente, o programa atende 70 adolescentes. Destes, 20 participam de encontros formativos quinzenais desenvolvidos em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, voltados ao desenvolvimento de competências, orientação profissional e preparação para o mercado de trabalho. Os demais participantes estão inseridos em oficinas e atividades práticas realizadas junto à Escola Pública de Trânsito, APAS e Biometria.

Os adolescentes vinculados a estágios educativos recebem meio salário mínimo nacional e vale-transporte. O encaminhamento ao programa é realizado pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) e serviços de acolhimento, conforme critérios estabelecidos pela legislação municipal.

Instituído pela Lei Municipal nº 6.013/2025, o Programa Aprendiz Cidadão integra as ações da assistência social e da educação para ampliar oportunidades de formação e inclusão de adolescentes em situação de vulnerabilidade social, fortalecendo o acesso à cidadania e contribuindo para a construção de um futuro com mais oportunidades.

Prefeitura promove ações de proteção à infância no Maio Laranja em Passo Fundo

Município desenvolve atividades de conscientização nos CRAS e CREAS e destaca importância do enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes

A Prefeitura de Passo Fundo, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (Semcas), intensifica neste mês as ações de conscientização, prevenção e enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes dentro da campanha Maio Laranja. A mobilização tem como marco o dia 18 de maio, instituído como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Em Passo Fundo, foi implantado o Comitê de Gestão Colegiada da Rede de Cuidado e de Proteção Social das Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência, uma instância intersetorial estratégica responsável por articular, planejar e monitorar o atendimento integrado, visando evitar a revitimização e garantir proteção. O Comitê envolve vários atores da rede de proteção e é coordenado atualmente por técnicas da Prefeitura. O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) é o principal equipamento responsável pelo atendimento especializado de crianças e adolescentes vítimas de abuso e exploração sexual.

A secretária de Cidadania e Assistência Social, Elenir Chapuis, destacou que a campanha busca ampliar o debate e fortalecer a rede de proteção no município. “O Maio Laranja é um momento de mobilização e conscientização de toda a sociedade. Precisamos falar sobre esse tema, orientar as famílias e fortalecer cada vez mais a rede de proteção. Em Passo Fundo, temos serviços especializados, equipes preparadas e um trabalho permanente realizado nos CRAS, no CREAS e em diferentes projetos da Prefeitura voltados às crianças e adolescentes”, afirmou.

Ao longo do mês, os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) estão promovendo atividades educativas, rodas de conversa e ações de orientação com famílias e comunidades. Segundo a secretária, a violência sexual contra crianças e adolescentes pode ocorrer de diferentes formas, incluindo o abuso sexual e a exploração sexual. “A proteção das nossas crianças e adolescentes é uma responsabilidade compartilhada. Precisamos estar atentos aos sinais, orientar, denunciar e garantir que nossas crianças cresçam em ambientes seguros e protegidos”, ressaltou Elenir.

Além do atendimento especializado, a Prefeitura destaca que as ações preventivas também passam por políticas públicas desenvolvidas em diferentes áreas da administração municipal, especialmente nas iniciativas voltadas à primeira infância, educação infantil, convivência familiar e fortalecimento de vínculos.

Casos de suspeita ou confirmação de violência contra crianças e adolescentes podem ser denunciados pelo Disque 100, além dos canais da rede municipal de proteção, Conselhos Tutelares e órgãos de segurança pública.

Programação Maio Laranja

16 de maio (sábado)
Caminhada Maio Laranja – Instituto Basta
Horário: 14h
Local: Em frente à Escola Protásio Alves

Faça Bonito com o COMDICA
Horário: 14h30min
Local: Parque da Gare

18 de maio (segunda-feira)
“Faça Bonito com o CRAS 04” – Roda de conversa alusiva ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes
Horário: 9h30min
Local: CRAS 04

Roda de conversa sobre o 18 de maio
Horário: 14h
Local: CREAS

20 de maio (quarta-feira)
Roda de Conversa – Maio Laranja
Horário: 9h30min
Local: Assistência Social Arquidiocesana Leão XIII – Zachia

21 de maio (quinta-feira)
Oficina com famílias PAIF – 18 de Maio
Horário: 9h
Local: CRAS 02

22 de maio (sexta-feira)
Roda de Conversa – Maio Laranja
Horário: 9h30min
Local: Assistência Social Arquidiocesana Leão XIII – Ipiranga

25 de maio (segunda-feira)
Roda de Conversa – Maio Laranja
Horário: 15h
Local: Assistência Social Arquidiocesana Leão XIII – Sede Administrativa

28 de maio (quinta-feira)
Oficina com famílias PAIF – 18 de Maio
Horário: 9h
Local: CRAS 02

Prefeitura promove ações de proteção à infância no Maio Laranja em Passo Fundo

Município desenvolve atividades de conscientização nos CRAS e CREAS e destaca importância do enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes

A Prefeitura de Passo Fundo, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (Semcas), intensifica neste mês as ações de conscientização, prevenção e enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes dentro da campanha Maio Laranja. A mobilização tem como marco o dia 18 de maio, instituído como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Em Passo Fundo, foi implantado o Comitê de Gestão Colegiada da Rede de Cuidado e de Proteção Social das Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência, uma instância intersetorial estratégica responsável por articular, planejar e monitorar o atendimento integrado, visando evitar a revitimização e garantir proteção. O Comitê envolve vários atores da rede de proteção e é coordenado atualmente por técnicas da Prefeitura. O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) é o principal equipamento responsável pelo atendimento especializado de crianças e adolescentes vítimas de abuso e exploração sexual.

A secretária de Cidadania e Assistência Social, Elenir Chapuis, destacou que a campanha busca ampliar o debate e fortalecer a rede de proteção no município. “O Maio Laranja é um momento de mobilização e conscientização de toda a sociedade. Precisamos falar sobre esse tema, orientar as famílias e fortalecer cada vez mais a rede de proteção. Em Passo Fundo, temos serviços especializados, equipes preparadas e um trabalho permanente realizado nos CRAS, no CREAS e em diferentes projetos da Prefeitura voltados às crianças e adolescentes”, afirmou.

Ao longo do mês, os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) estão promovendo atividades educativas, rodas de conversa e ações de orientação com famílias e comunidades. Segundo a secretária, a violência sexual contra crianças e adolescentes pode ocorrer de diferentes formas, incluindo o abuso sexual e a exploração sexual. “A proteção das nossas crianças e adolescentes é uma responsabilidade compartilhada. Precisamos estar atentos aos sinais, orientar, denunciar e garantir que nossas crianças cresçam em ambientes seguros e protegidos”, ressaltou Elenir.

Além do atendimento especializado, a Prefeitura destaca que as ações preventivas também passam por políticas públicas desenvolvidas em diferentes áreas da administração municipal, especialmente nas iniciativas voltadas à primeira infância, educação infantil, convivência familiar e fortalecimento de vínculos.

Casos de suspeita ou confirmação de violência contra crianças e adolescentes podem ser denunciados pelo Disque 100, além dos canais da rede municipal de proteção, Conselhos Tutelares e órgãos de segurança pública.

Programação Maio Laranja

16 de maio (sábado)
Caminhada Maio Laranja – Instituto Basta
Horário: 14h
Local: Em frente à Escola Protásio Alves

Faça Bonito com o COMDICA
Horário: 14h30min
Local: Parque da Gare

18 de maio (segunda-feira)
“Faça Bonito com o CRAS 04” – Roda de conversa alusiva ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes
Horário: 9h30min
Local: CRAS 04

Roda de conversa sobre o 18 de maio
Horário: 14h
Local: CREAS

20 de maio (quarta-feira)
Roda de Conversa – Maio Laranja
Horário: 9h30min
Local: Assistência Social Arquidiocesana Leão XIII – Zachia

21 de maio (quinta-feira)
Oficina com famílias PAIF – 18 de Maio
Horário: 9h
Local: CRAS 02

22 de maio (sexta-feira)
Roda de Conversa – Maio Laranja
Horário: 9h30min
Local: Assistência Social Arquidiocesana Leão XIII – Ipiranga

25 de maio (segunda-feira)
Roda de Conversa – Maio Laranja
Horário: 15h
Local: Assistência Social Arquidiocesana Leão XIII – Sede Administrativa

28 de maio (quinta-feira)
Oficina com famílias PAIF – 18 de Maio
Horário: 9h
Local: CRAS 02